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Mostrando postagens de Novembro, 2012

Mediocridade, dá um tempo!

Já nem faz tanto tempo assim ou faz?
Minha memória rouca insiste.
(...)
A falha é a melhor demonstração das tentativas. Dela podemos resgatar aquele eu que, por muitas vezes, tentou.
(...)
Mas o dia segue cinzento, como que dizendo:
- Não, eu não te quero.
(...)
Pessoas andarilhas passam.
Passeiam e, até mesmo, estacionam.
O trânsito tomou suas vidas, não tem jeito. Estão engarrafadas.
O sinal parece sempre estar vermelho.
Não há espaço para o sossego, a ousadia e a violência do amor (en)carnecido (aquele que, de tão suave, enternece e escarneia).
(...)
Queria eu o vibrar da garganta de um poeta.
Mas não, minhas palavras são usadas.
Fracas.
Com sinônimos.
(...)
O que eu desejo? perguntaria você.
Uma injeção de vida para uma veia bem pulsante.
O rasgar da pele, por pura vontade de ter.
O abuso do sorriso zombeteiro.
O frescor daquele cheiro que senti aos cinco anos, quando a vida era toda minha.
(...)
E eu te pergunto, meu caro.
É nessa merda que planejas teu pranto?
(...)
A mim não s…