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Mostrando postagens de Janeiro, 2014

Pulso

O escuro por não suportar o claro Descer degraus por não conseguir subi-los
(...)
É a mente confrontada pelo espírito                                                       ... como que um martelo à parede ... e ela cruzou mais uma rua ...  


Danou-se na danação do dia E por lá ficou
(...)
O corpo eletrizado E um pulso infeliz que não descansava-lhe os ouvidos Ouve? Mãos suadas, boca seca Era o momento oportuno para uma dança Tomou os pensamentos pelos braços, fechou os olhos e dançou
(...)
E o vento soprou E o sol ardeu E o chão rasgou-lhe as solas dos pés Sangrou Chorou, chorou, chorou
(...)
As lágrimas secaram em seu rosto (...) Ah, aquela música...  (...) E o sopro soprou-lhe maresia Agradeceu Bebeu E devolveu ao mundo um sorriso vertiginoso.